Sobre o estúdio
Engenheiros que moram no problema.
Nascemos em 2014 em Pinheiros, com uma ideia simples: software que entra em produção precisa ser tratado como infraestrutura, não como entrega de campanha. Doze anos depois, ainda é assim que trabalhamos.
Somos um time pequeno por escolha. Cada projeto tem quem o escreveu por perto — não há camada de gerência entre quem decide e quem programa.
Começamos atendendo operações de logística que ainda dependiam de planilhas para tarefas críticas. Aprendemos cedo que a parte difícil raramente é o código: é entender por que um processo virou daquele jeito e o que vai acontecer quando ele mudar. Esse cuidado se tornou o centro do nosso método.
Hoje atendemos empresas de logística, varejo e serviços financeiros, da implantação de uma plataforma de dados à manutenção de sistemas que rodam há anos. O que não mudou foi a régua: entregamos o que conseguimos sustentar, documentamos cada decisão e dizemos não quando um pedido não resolve o problema de quem pediu.
Princípios
Problema antes da ferramenta
A escolha técnica vem depois de entender o trabalho. Nenhuma tecnologia é adotada por moda.
Entregas curtas
Algo funcionando nas mãos do seu time em semanas, não em meses. Ajuste de rota é parte do plano.
Registro claro
Cada decisão fica documentada. Quem assume o sistema depois sempre sabe por que ele é assim.
Presença após o lançamento
Software envelhece. Ficamos por perto para que detalhes pequenos não virem problemas caros.
Preferimos um sistema simples que a equipe entende a um sistema esperto que só nós sabemos manter.
Conversa de abertura — Algoritmo Central
Quem conduz
Rafael Menezes
Direção de engenharia. Cuida de arquitetura de dados e das decisões de infraestrutura.
Bruna Carvalho
Direção de produto. Faz a ponte entre a operação do cliente e o que o time constrói.
Thiago Falcão
Backend e integrações. Responsável pelos sistemas que precisam conversar entre si.
Letícia Aragão
Análise e qualidade. Cuida para que cada entrega chegue testada e medida.
Próximo passo
Quer entender se somos o time certo?
A conversa inicial não tem compromisso. Ouvimos o seu contexto e dizemos com franqueza onde podemos ajudar — e onde não.